Depois do Bolsa Família, governo lança Bolsa Verde

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Antes de qualquer coisa, gostaria de deixar bem claro, que o Libero Social não é favor, nem é contra a nenhum partido político, acreditamos nas transformações positivas, seja de que lado forem. Eis aqui um assunto, em que a opinião de vocês é essencial.
 
 
Para tentar fazer com que a população amazônica preserve o meio ambiente, o Governo Federal resolveu dar dinheiro para os habitantes dessas regiões. De acordo com informações do Instituto Carbono Brasil, a Presidente Dilma Rousseff, esteve na última quarta-feira (28), em Manaus (AM), para lançar o Bolsa Verde.
 
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Essa Bolsa, segundo divulgado pelo Governo Federal é uma das estratégias do Plano Brasil Sem Miséria. As famílias beneficiárias receberão R$ 300, a cada trimestre, pelos serviços de conservação ambiental. A meta é atender 18 mil famílias este ano e chegar a 73 mil até 2014. Em outubro, 3,5 mil famílias já começam a receber o benefício. A presidente acredita que o Bolsa Verde é fundamental para contribuir para o modelo de crescimento brasileiro. “Esse é o casamento entre melhoria de renda e melhoria do meio ambiente”, concluiu.
 
Para participar do Bolsa Verde, é preciso que o responsável pela família beneficiada se cadastre no programa. Atualmente, oito mil famílias já estão cadastradas e assinaram o termo de adesão. Dados do governo mostram que a criação e manutenção de unidades de conservação, onde estão 9% da água captada para consumo humano, impediram a emissão de 2,8 bilhões de toneladas de carbono.
 
O objetivo é retirar da extrema pobreza 2,65 milhões de brasileiros que vivem na Região Norte. Nos sete estados, 56% da população mais pobre estão na área rural. No País, a meta do Brasil Sem Miséria é atender 16,2 milhões de pessoas (17% delas na Região Norte), com transferência de renda, acesso a serviços públicos nas áreas de educação, saúde, assistência social, saneamento e energia elétrica, e inclusão produtiva.
 
O governador do Tocantins, Siqueira Campos disse que a criação do Brasil Sem Miséria foi muito oportuna: “A importância é fundamental para nosso estado. Temos hoje em Tocantins 108.685 famílias com renda de até R$ 70, e 13.689 delas com renda zero. Esperamos mudar substancialmente essa realidade cruel”.
 
Ou seja, que lição tiramos de tudo isso? Mais uma vez não foi feito um trabalho para a conscientização, e sim uma barganha – o morador não destrói o meio ambiente, porque vai receber por isso, não porque acredita que isso será prejudicial para o seu futuro e de todos os habitantes do Planeta. Sem falar que dar dinheiro não resolve a situação social dessas pessoas. Por outro lado, sem incentivo ($$), a maioria da população não trabalha para o bem estar.
 
Outro problema é que os grandes devastadores do meio ambiente não são os moradores dessa região, e sim, os executivos ligados as grandes corporações, com suas sedes em São Paulo (SP). São eles, os grandes culpados, e que sim, devemos ter políticas eficientes para ir contra a destruição de áreas de preservação ambiental.
 
Está aí uma boa discussão!
Leia mais aqui.
 
Até a próxima.

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