Esse problema eu quero ter!

  Vira e mexe aqui no Líbero Social você vai ler um assunto sobre transporte. É que nós entendemos que um País, que almeja se tornar uma potência e diminuir distâncias deve ter um transporte eficiente. Porque só assim, será possível ser efetivamente uma união de esforços em busca da qualidade de vida.

 

  Veja só: em Copenhague, na Dinamarca, as autoridades têm um problema pra lá de diferente. Apesar de se orgulharem, a capital tem um excesso de bicicletas, o que vem causando congestionamento e insegurança.

 

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  O relatório bianual de ciclismo da cidade apontou que a satisfação dos ciclistas com as ciclovias caiu 4% de 2008 para 2010. Por outro lado 67% dos ciclistas disseram se sentir seguros, um aumento de 16%.

 

  Veja alguns dados interessantes: 50% dos moradores de Copenhague usam a bicicleta para todas as viagens de casa para o trabalho ou para escola. Nos subúrbios esse número cai para 35%.

 

  Os que citam o carro ou o transporte público como meio principal de transporte, 15% deles usam a bicicleta pelo menos uma vez por semana. Isso significa que mesmo os menos adeptos utilizam as magrelas, o que causa falta de estacionamento e congestionamento.

 

   Siga o exemplo de Tonny Belloto e vá de bicicleta!

  As autoridades dinamarquesas estudam tirar cada vez mais espaço dos carros para dar espaço as bicicletas. Além de investir em infra-estrutura e educação, com o objetivo de resolver o problema e continuar aumentando o contingente de ciclistas. As autoridades dinamarquesas querem atingir 50% dos residentes na região metropolitana até 2015.

 

  O uso de bicicletas na metrópole é antigo, se tornou meio de transporte na crise do petróleo nos anos 70. Na metade da década de 80, a cidade começou a estabelecer faixas dedicadas às bicicletas e hoje conta com 350 km de ciclovias. É um bom exemplo para cidades brasileiras!

 

  Lógico que devemos usar o bom senso, uma vez que cidades montanhosas dificultam o uso das magrelas. O ganho ambiental é extraordinário, além de ser uma solução simples, barata, que viabiliza o dinamismo do trânsito. Sem falar na qualidade de vida, porque não deixa de ser uma atividade física!

 

Até a próxima!

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