A felicidade de um povo está no que ele tem, ou no que ele é?

Pois é, está pergunta foi feita em 1972, pelo rei do Butão, Jigme Singye Wangchuck. Na época seu governo era criticado porque a economia não crescia. Mas ele acreditava que seu compromisso era construir uma economia adaptada à cultura do país, baseada nos valores espirituais budistas.

 

Então, em vez de avaliar o crescimento de seu país pelo Produto Interno Bruto (PIB), criou o termo Felicidade Interna Bruta (FIB) ou Gross National Happiness (GNH). Esse índice mede não o quanto o país tem, mas sim o quanto a população é feliz.

 

Os modelos tradicionais de desenvolvimento têm o crescimento econômico como objetivo principal, já o conceito de FIB se baseia no princípio de que o verdadeiro desenvolvimento de uma sociedade humana se dá quando o desenvolvimento espiritual e o material acontecem juntos, complementando e reforçando um ao outro.

 

Os pilares de FIB são:

 

Conservação do Meio Ambiente natural;

 

Estabelecimento da Boa Governança;

 

Preservação e promoção dos valores culturais;

 

Promoção do desenvolvimento sócio-econômico sustentável e igualitário.

 

Nós do Líbero Social não fazemos nenhum tipo de apologia ao budismo, ou a qualquer religião. Também não somos contra a expansão econômica, porque é com ela que muita gente consegue ser feliz. Porém, é necessária uma reflexão sobre o quanto é importante crescer economicamente, mas ao mesmo tempo transformar planeta em um lugar agradável, sem esquecermos de sermos felizes. A missão não é fácil.

 

Infelizmente, o Butão não vai conseguir mudar o mundo. Veja que já se passaram 40 anos, e voracidade econômica ainda impera. Mesmo passado tanto tempo, os conceitos do FIB nunca foram tão atuais. E, devemos começar por nós a quebra de paradigma.

 

Para quem se interessou pelo tema vale entrar aqui e aqui. Neste segundo dá até pra medir o quanto você é feliz.

 

Pra terminar esse post, um vídeo muito bacana e bem rápido para refletirmos. Essa ação parou São Paulo, o que parecia impossível!

 

 

Até a próxima!

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2 COMENTÁRIOS

    • Tem razão Cesário! Faltou acrescentar nesse texto que a expansão econômica exacerbada é muito prejudicial para os recursos naturais. Uma vez que os recursos naturais estão cada vez mais escassos.

      Contudo é importante lembrar, que a expansão econômica pode ser um benefício para a sociedade. Se bem estrutura e com iniciativas ambientalmente corretas, pode tirar milhões de pessoas da miséria, que é um dos objetivos do milênio.

      Muito obrigado! E sempre que puder visite nosso site e faça críticas a vontade! Elas são muito importantes pra nós!

      Um abraço!

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