Cinco caçadores de elefantes são mortos no Quênia

Foto: UOL

De acordo com informação do Serviço de Vida Selvagem do Quênia (KWS, sigla em inglês), cinco pessoas suspeitas de serem caçadores de elefantes, foram mortas na noite da última sexta-feira (20), durante um confronto com os guardas florestais quenianos.

Os confrontos aconteceram na zona de Chepareria, a 400 quilômetros da capital, Nairobi. Dois guardas ficaram feridos no incidente, mas foram recuperados 50 quilos de dentes de elefante e três armas AK 47. Contudo, a vida dos animais não poderá ser resgatada.

“Mais do que nunca, o KWS está determinado em pôr um fim à caça e à posse ilegal de produtos derivados da fauna”, declarou o comunicado.

A convenção sobre o comércio internacional de espécies selvagens de fauna e de flora ameaçadas de extinção (CITES) proíbe o comércio internacional de marfim desde 1989. Porém, infelizmente, a partir de 1997, autoriza os países da África Austral a realizar algumas vendas pontuais.

Segundo as autoridades quenianas, dezenas de elefantes têm sido vítimas de caça furtiva nos últimos anos, num mercado negro que está a ser relançado, dizem, pela venda em 2008 dos estoques de marfim na posse de quatro países da África Austral.

Será que os fins justificam os meios? Já imaginou se a moda pega aqui no Brasil? Teríamos centenas, ou, milhares de homens mortos por caçarem animais ameaçados de extinção.

Sem falar dos animais domésticos, como cães, gatos, cavalos e etc. A morte talvez seja muito pesada, mas os mal feitores não pensaram nisso quando mal trataram e ou tiraram a vida desses animais.

Até a próxima!

 

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