Slow Money é alternativa para investidores

O planeta passa por modificações e isso é um fato irrefutável. Vemos economias antes fortes e intocáveis, definhar por erros derivados do consumismo exacerbado e a liquidez imediata de investimentos. Contudo, surgiu há poucos anos nos Estados Unidos, o movimento Slow Money, que são investimentos com retorno em longo prazo.

O Slow Money levanta a bandeira de que os investidores tirem parte dos seus recursos do mercado financeiro e os façam para a produção local e sustentável de alimentos, fomentando cooperativas e um modelo agrário de microcrédito.

O movimento, que nasceu em 2009, logo após a crise financeira mundial de 2008 a cada dia conquista mais adeptos. Quem realmente ganha é o planeta, os pequenos agricultores, e a economia, uma vez que os investimentos com retorno em longo prazo diminui a voracidade econômica.

O principal organizador do movimento é Woody Tasch, que é um profissional oriundo do mercado financeiro e fundador da ONG Slow Money. Tasch afirma, no site da organização, que o dinheiro é um agente destruidor. “Enquanto circula pelo globo, com velocidade cada vez maior, o dinheiro retira o oxigênio do ar, a fertilidade do solo e a cultura das comunidades locais”, diz ele.

Uma das propostas do Slow Money é que os investidores acompanhem de perto os investimentos e de fato, façam a diferença com suas gigantes fortunas.

Até a próxima!

 

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