Parada Gay movimenta São Paulo

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Ontem (2) aconteceu a Parada Gay, um evento feito para evidenciar a liberdade dos homossexuais e os simpatizantes. Os moradores podem até reclamar da “bagunça”, mas o fato é que o evento movimenta cerca de R$ 200 milhões na capital paulista.

Outro fato relevante é que os participantes da Parada Gay chocam os que não estão acostumados com a “alegria” dos homossexuais. Contudo, um ponto deve ser levantado: da mesma forma que os que não são sãopaulinos não precisam ir aos arredores do Morumbi, os que não querem participar da festam não devem ir para a Avenida Paulista, nem à Consolação.

O mundo está mudando, os velhos paradigmas caíram, há um novo modelo de família e pra falar a verdade, não devemos nos preocupar com os homosexuais e sim com os criminosos. A distinção entre as pessoas só levará a conflito.

Dados da Data Folha mostram uma redução dos participantes da Parada (cerca de 220 mil pessoas), mas cresceu o número de paulistanos, cerca de 63% estavam na festa. Outro dado importante é que depois de três meses após a regulamentação dos casamentos homoafetivos instituída pela Corregedoria Geral de Justiça do Estado de São Paulo (CGJ-SP), o número de cerimônias nos cartórios aumentou 78% na capital paulista.

A lição que devemos tirar de tudo isso é que, independente da opção sexual devemos nos preocupar com o caráter das pessoas. Devemos esperar o melhor delas nas responsabilidades que são delas e não que elas tenham esse ou aquele desejo sexual.

Aos que se chocam com os beijos ardentes, também deveriam se chocar com os beijos ardentes de casais formados entre homens e mulheres. Atentado ao puder é crime e deve ser incriminado aquele que cometer Independente da opção sexual.

Aos religiosos que tanto criticam os gays, uma coisa deve ser explicada: o governo está discutindo o direito civil dos homossexuais e não a liberdade religiosa.

Então, vamos parar de sermos hipócritas! Uma dica: aos que ainda estão no armário soltem a franga!

 

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