Passagem de ônibus: quem pode dizer que estão errados?

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Como diziam alguns dos “rebeldes”, “é justo ser estuprado pelo governo com essa passagem de ônibus abusiva?” A Resposta é: não. É errado o que fizeram na Avenida Paulista e detonaram tudo? Resposta: não! O discurso pode até parecer um ato de violência, mas assaltam o bolso do trabalhador há muitos anos.

Há tempos o Libero Social levanta a questão sobre o transporte público na cidade. Nossa posição é que o transporte público deve ser sempre priorizado e que o uso do carro tenha cada vez mais empecilhos.

Os atos que aconteceram na Avenida Paulista foram criminosos, mas como nesse país só os criminosos são levados a sério e os direitos humanos os defendem, parece a única forma de chamar a atenção da das “autoridades” municipais e estaduais, para que parem com esse estupro financeiro com o trabalhador paulistano.

Então, que tudo isso surta, de alguma forma, um efeito positivo para toda a população!

Entenda
As tarifas dos ônibus, do metrô e dos trens da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) subiram de R$ 3 para R$ 3,20 no último domingo (2) em São Paulo. O aumento, anunciado em 22 de maio pela Prefeitura e o governo do estado, foi de 6,7%.

O aumento no transporte público, que normalmente ocorre no começo do ano, foi adiado após acordo do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, e do governador, Geraldo Alckmin, com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para ajudar a conter a alta da inflação.

A desoneração das alíquotas de PIS/Cofins para as empresas de transporte coletivo contribuíram para frear o aumento de tarifas. A medida havia sido anunciada no fim de maio pelo Ministério da Fazenda como uma forma de evitar reajustes maiores.

 

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