Escândalo no Estado de São Paulo é o fim da dinastia tucana

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Desde os tempos de Mário Covas, que depois de morto virou santo, o Estado de São Paulo está nas mãos de dois homens além do falecido: Geraldo Alckmin e José Serra. Contudo, desde os tempos de governador santista há um cartel, ou seja, corrupção na concorrência do Metrô e Trens do transporte público.

O escândalo é o pulo do ninho, para que os tucanos deixem o Palácio dos Bandeirantes e voem em direção ao abismo, ao suicídio da corrida presidencial. A gestão “eficaz” está desgastada e muito contestada, sobretudo depois dos protestos das ruas. Alckmin e Cabral, no Rio de Janeiro, são as “vítimas” do povo, que com razão, os acusa de atrocidades contra a sociedade.

Tive um amigo que não reelegia ninguém, nem para síndico do prédio, se a teoria do velho Macedo (meu amigo) fosse seguida, o PSDB teria deixado o governo na morte de Covas. O fato é que o povo os reelegeu. Mas tenho muitas dúvidas sobre quem assumirá o comando do Estado mais rico da Federação em 2015.

Vejamos algumas opções viáveis: pelo lado petista, pesando bilhões de Reais desperdiçadas no “mensalão” e tantas outras maracutaias, Alexandre Padilha. O médico que parece ser uma boa pessoa, mas conhece pouco de gestão pública, fez uma lambança com a questão dos médicos e ainda é um fantoche do PT.

Do outro lado, Paulo Skaf, uma espécie de Roberto Justos da Fiesp, que traz a competência da iniciativa privada para o poder público, com ideias novas e arejadas. Mas calma, foi barrado no exame antidependência do PT e ficou comprovado sua ligação com personagens do “mensalão”. Veja mais aqui.

Nem vamos falar do Geraldinho, porque o puleiro desse tucano tá tão sujo, que se eu fosse ele voltava para Pindamonhagaba e abria uma farmácia ou uma banca de jornal.

Pois é paulista, mais uma vez, meus pêsames.

 

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